O
holandês Anton Van Leeuwenhoek (1632-1723), no final do século XVII,
aperfeiçoou lentes, inventando um equipamento que utilizou para aumentar a
capacidade visual e observar corpos pequenos (BRITO et al. 1999).
A esse equipamento deu o nome de microscópio e
era constituído de uma única lente de aumento que permitia obter imagens
ampliadas em trezentas vezes. Com ele, Aton Van Leeuwenhoek, analisou e descreveu
vários microrganismos, como bactérias e protozoários (LOPES e RUSSO 2005).
Esse
microscópio por ser formado por uma única lente de aumento é chamado de
microscópio simples, e por usar a luz para iluminar os objetos é também chamado
de microscópio de luz ou óptico (LOPES e RUSSO 2005).
Mais
tarde, em 1665, o inglês Robert Hooke (1935-1703) publicou suas observações de
estruturas visíveis ao microscópio de luz. No entanto, esse microscópio era
construído com duas lentes de aumento associadas a um tubo. Por apresentar duas
lentes foi chamado de microscópio composto (LOPES e RUSSO 2005).
Em
suas observações, Hooke percebeu que a cortiça era porosa e apresentava
cavidades semelhantes a favos de colmeia, esses estudos lhe valeram o crédito
de descobridor das células (BRITO et al. 1999; LOPES e RUSSO 2005).
Referências:
BRITO,
E. A. MERCADANTE, C. ALMEIDA, F.C. TREBBI, H. FAVARETTO, J.A. Biologia (Ensino médio). Volume Único.1
ed. Editora Moderna. São Paulo, 1999.
LOPES, S. RUSSO, S. Biologia volume único. 1 ed. Editora
Saraiva. São Paulo, 2005.

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