Sistema Reprodutor Masculino
O sistema reprodutor masculino consiste em dois testículos, dois epidídimos, dois ductos
eferentes, dois ductos ejaculadores, o
pênis, a uretra, o escroto e as glândulas anexas: próstata,
duas vesículas seminais e duas glândulas bulbouretrais (LOPES e
ROSSO 2005).
Os
dois testículos, as gônadas masculinas, ficam alojados no
saco escrotal ou escroto, produzem os espermatozoides e também o hormônio
sexual masculino, o testosterona (BRITO et
al.1999; LOPES e ROSSO 2005).
No interior dos testículos existe um conjunto de túbulos seminíferos que possuem células
que darão origem aos espermatozoides.
Os espermatozoides produzidos nos testículos passam para o epidídimo que é o local de maturação dos espermatozoides e ficam
armazenado nessa estrutura até serem eliminados. Após essa estrutura existe o
canal deferente por onde os espermatozoides serão expulsos no momento da ejaculação. (LOPES e ROSSO 2005).
Na
ejaculação os espermatozoides deixam
os epidídimos pelos canais deferentes e passam pela uretra onde são
exteriorizados. Nesse trajeto, os espermatozoides são acrescidos de secreções (principalmente
da vesícula seminal e da próstata), que neutralizam as secreções ácidas da vagina,
além de ser um meio nutritivo e de propagação para os espermatozoides Ao se
juntarem aos ductos das vesículas seminais, os vasos deferentes formam os ductos
ejaculatórios que se abrem na uretra (BRITO et al.1999).
O
sêmen ou esperma, formado por espermatozoides, pelas secreções das vesículas
seminais e da próstata, é uma massa liquida que ao adentrar na uretra
ainda será acrescido de uma substância mucosa lubrificante secretada pela glândula bulbouretral,
na base do pênis. A principal função dessa glândula é lubrificar a uretra (LOPES e
ROSSO 2005).
A
uretra passa pela próstata e pelo pênis. O pênis
é composto de três estruturas esponjosas eréteis, os dois corpos cavernosos e os dois
corpos esponjosos que envolvem a uretra. Ao ser estimulado durante o ato
sexual o pênis fica ereto e rígido. Isso ocorre devido ao afluxo de sangue, que
preenche os espaços existente no tecido cavernoso desse órgão (BRITO et al.1999; LOPES e ROSSO 2005).
BRITO,
E. A. MERCADANTE, C. ALMEIDA, F.C. TREBBI, H. FAVARETTO, J.A. Biologia (Ensino médio). Volume Único.1
ed. Editora Moderna. São Paulo, 1999.
LOPES,
S. RUSSO, S. Biologia volume único.
1 ed. Editora Saraiva. São Paulo, 2005.

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